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Flamengo and Fluminense tied two all. Globo Esportes:” Com um gol de Trauco aos 49 minutos do segundo tempo, o Flamengo empatou por 2 a 2 com o Flamengo, neste domingo, no Maracanã, e deixou os tricolores com um gosto amargo depois de estar à frente do placar por duas vezes. O resultado deixa o Flu na nona posição com 11 pontos. Se vencesse, entraria na zona de classificação da Libertadores. O Fla está uma posição atrás, em 10°, também com 11 pontos. Wendel, Dourado, Diego e Traucos fizeram os gols da partida.

Na próxima quarta-feira, às 21h45, o Fluminense vai até a Ressacada, em Florianópolis, para enfrentar o Avaí. Na quinta-feira, às 21h, o Flamengo recebe a Chapecoense na Ilha do Urubu.

O Flamengo teve mais a iniciativa das ações e encontrava espaço, especialmente pelo lado direito da defesa do Flu, para criar as jogadas. Mas faltava o último passe. Vinícius Junior e Marcio Araújo tentaram, mas não finalizaram bem. A aposta tricolor era os contra-ataques em velocidade, e Wendel desde o início se apresentou como que mais ameaçava o Fla. Na primeira chance que teve, o volante aproveitou uma saída de bola errada do adversário, tabelou com Scarpa e chutou, mas Thiago fez boa defesa. Na segunda oportunidade dele não perdoou. Aos 36 minutos, a zaga do Fla parou, Scarpa deu ótimo passe e Wendel, de cara para o gol, pegou o próprio rebote de uma finalização na trave e mandou para a rede: 1 a 0.

Com Guerrero bem marcado e nervoso – fez seis faltas na primeira etapa -, o Fla tinha dificuldades para criar chances claras. Os rubro-negros reclamaram muito em um lance que Rodinei entrou na área e teve o braço puxado por Scarpa, mas o árbitro mandou o lance seguir.

O Fla voltou do vestiário com Berrío e Arão nos lugares de Vinicius Junior e Marcio Araújo, uma formação mais ofensiva. A pressão surtiu efeito, e aos nove minutos o Rubro-Negro empatou. Após lance confuso na área, Everton chutou, a bola voltou para Guerrero, que também finalizou. No rebote, Diego chutou rasteiro e marcou: 1 a 1. Os tricolores reclamaram que Everton estava impedido no momento do primeiro chute.

Os rubro-negros se animaram e não baixaram o ritmo. Everton pegou um rebote de Julio Cesar e, sem goleiro, mas também sem ângulo, não conseguiu fazer o gol. Berrío em linda jogada individual ficou de cara com o goleiro tricolor, mas perdeu a oportunidade clara. O Flu manteve a estratégia de explorar os contra-ataques e se deu bem mais uma vez a partir de um lançamento de Scarpa. Richarlison recebeu na frente e foi derrubado por Juan dentro da área. Henrique Dourado cobrou no canto direito do goleiro Thiago e colocou o time novamente à frente no placar: 2 a 1. Foi o oitavo do artilheiro isolado do Brasileiro.

O Fla fez nova pressão nos minutos finais, já com Conca em campo, e conseguiu impedir a derrota aos 49 minutos do segundo tempo. Trauco mandou uma bomba no canto esquerdo do goleiro Julio Cesar e decretou o empate no Fla-Flu: 2 a 2.

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Flamengo finally stopped the bleeding with a 2-0 win over Ponte Preta. Globo Esportes O Campeonato Brasileiro tem uma peculiaridade. As atenções se dividem entre o time de hoje e o que está por vir. Há sempre um reforço por estrear. No imaginário do torcedor, há sempre um time que ainda não existe, mas que pode vir a ser melhor do que aquele que se vê em campo. O Flamengo tem suas apostas: Conca estreou nesta quarta-feira, ainda há Éverton Ribeiro e Rhodolfo. Só que, mais do que reforços, o rubro-negro tinha um estádio por estrear. E ter casa sempre ajuda.

Optou por uma no estilo alçapão, o que acredita-se ter lá a sua serventia. Na Ilha do Urubu, venceu a Ponte Preta por 2 a 0 e resolveu a maior das urgências do momento: ganhar, ainda mais no jogo em que punha a prova sua solução para encerrar a recente sina de time itinerante. Mas também ficou claro ser necessário algo além do alçapão. Para ser consistente, a qualidade de jogo do Flamengo ainda precisa melhorar. Talvez o alívio da vitória crie as condições para o próximo passo.

Sob o ponto de vista das chances concedidas a um rival tímido, devotado à defesa e a esporádicos avanços, o Flamengo fez uma partida segura. Na construção de jogadas, houve longos momentos de pouca imaginação.

Enquanto Vinícius Júnior fez a diferença, o que se sentiu notadamente nos 20 minutos iniciais, o futebol do Flamengo teve algo distinto em relação aos últimos jogos. Depois, tornou-se previsível, com um domínio da bola que, invariavelmente, acabava num cruzamento feito da intermediária, facilitando a defesa.

Sobre Vinícius Júnior, talvez o jogo indique que o déficit que hoje o separa dos jogadores já mais “adultos” seja físico. Porque a forma como deslizou pelo campo no início do jogo chamou atenção. Iluminou o jogo do Flamengo, por vezes na lateral da área, por vezes mais pelo centro, abrindo a defesa da Ponte Preta. Em três cruzamentos dele, originados de lances de virtude individual do jovem, Leandro Damião teve ótimas chances. No último, Aranha evitou o gol.

Aos poucos, o passar dos minutos fez Vinícius perder precisão na execução das jogadas e deixar de levar vantagem no drible. Como se tivesse perdido o frescor do início do jogo. Com a inspiração de sua promessa, foi-se também a inventividade do Flamengo.

Houve momentos em que a Ponte Prata passou a ter a bola e enervar o rubro-negro. A saída de bola com Cuéllar no lugar de Willian Arão não criou mecanismos de fazer o time chegar com qualidade à frente. Márcio Araújo andou assumindo funções mais ofensivas, sem sucesso. Diego chegou a recuar para iniciar os lances, afastando-se da zona ofensiva. A solução só viria num córner, nos acréscimos da primeira etapa, quando Réver cabeceou para a rede.

O gol foi um achado porque clareou o segundo tempo, oferecendo espaços. O Flamengo não chegou a ser uma avalanche de contragolpes, mas como marcava bem e anulava a Ponte Preta, jamais indicou ter a vitória em risco. E ainda permitiu o primeiro passe para gol de Vinícius Júnior, aos 14 minutos. Após uma bola longa que Damião ganhou pelo alto, o menino cruzou na cabeça do centroavante, que fez o 2 a 0.

Alívio na Ilha do Urubu, o que permitiu a Zé Ricardo até dar minutos a Conca: os primeiros 11 minutos do argentino. Não era o Conca habitual, nem poderia. O quanto vai progredir, o futuro dirá. O que será o Flamengo na Ilha, o Flamengo de Éverton Ribeiro, o futuro também dirá. No futebol brasileiro, o futuro é cheio de interrogações.

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Flamengo and Avia tied one all. Boo-Menago is really stinking the joint out. Globo Esportes: “Nem Conca, nem Vinícius Júnior, nem Marquinhos, nem Romulo. Quem se tornou o protagonista do empate entre Avaí e Flamengo em 1 a 1, em Florianópolis, foi o árbitro Paulo Vollkopf. No fim da partida, ele voltou atrás após marcar um pênalti para o time da casa e anulou o lance, o que gerou muita reclamação. A polêmica jogada ofuscou um duelo sem brilho técnico, que teve seu ápice nos gols de Romulo e Leandro Damião – este de bicicleta.

O lance aconteceu aos 34 minutos do segundo tempo. Em contra-ataque do Avaí, Diego Tavares invadiu a área, se enroscou com Everton e caiu. Vollkopf marcou, mas os jogadores do Flamengo reclamaram muito com ele e os auxiliares. Após dois minutos e 20 segundos de paralisação, o árbitro voltou atrás. A revolta foi do lado do Avaí – Marquinhos, já substituído, foi expulsão por reclamação. Segundo o comentarista de arbitragem Paulo César de Oliveira, não houve falta na jogada.

Antes da polêmica, o jogo não empolgou. A entrada de Vinícius surtiu pouco efeito no Flamengo. Além de o garoto ter sentido a exigência física da partida, não teve ajuda. Apesar da proposta de manter a posse de bola, o Rubro-Negro errou passes demais e esteve confuso no ataque.

O Avaí, depois de começar mais cauteloso, percebeu as limitações do adversário e se soltou no fim do primeiro tempo, mas pouco ameaçou o gol de Thiago – Juan e Capa finalizaram de longe, mas sem direção.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Mancuello no lugar de Willian Arão e até deu sinais de que melhoraria – Vinícius assustou em chute logo no primeiro minuto. Porém, a lentidão e falta de criatividade continuaram, e, mesmo com maior posse de bola, os cariocas não ameaçaram.

Atento, o Avaí aproveitou. Aos 10 minutos, em rápido contra-ataque, Willians lançou Romulo, que saiu na cara de Thiago e tocou com categoria para abrir o placar. A reação rubro-negra veio cinco minutos, quando Leandro Damião pegou sobra na área e, numa bela bicicleta, empatou. Depois disso, o jogo voltou ao normal, com muitos erros, até a polêmica do pênalti.

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Palmerias defeated Chapecoense 1-0 to win their first title in 22 years. Verdao has 77 points with only one match left in the season. Second sits Boo-Mengao with 70 points. Santos is third with 68 points.

UOL: A longa e interminável espera acabou. Depois de 22 anos de jejum, o palmeirense repete o grito de campeão no Campeonato Brasileiro. Assim, uma geração inteira de torcedores, enfim, sente o prazer de ver o clube alcançar a glória na competição mais importante do futebol nacional. A taça virou realidade neste domingo, com a vitória sobre a Chapecoense em casa por 1 a 0, com gol de Fabiano ainda no primeiro tempo.

Desta maneira, os líderes nem precisaram prestar atenção no jogo do rival Santos no Rio de Janeiro. Único adversário que podia impedir o título antecipado do Palmeiras, o rival paulista sofreu gol logo no começo da partida e nem sequer ameaçou a festa alviverde. O campeão, que matematicamente precisava apenas de um empate, somou mais uma vitória e chegou aos 77 pontos – absoluto e agora inalcançável na tabela de classificação.

Não poderia ser fácil. Em uma temporada difícil, com vexames no Paulista – a goleada sofrida pelo Água Santa ainda arrepia os mais pessimistas –, o Palmeiras se reabilitou como um verdadeiro campeão. Cuca consolidou uma base no Brasileiro e tornou “cascudo” um jovem elenco. Mesmo nas derrotas, o agora campeão não se perdia.

Nem mesmo o fantasma de 2009, quando o título da Série A escapou na reta final, abalou o elenco. A ansiedade, tão abordada nas últimas semanas, ficou para o último plano. Duas décadas depois, o Palmeiras volta a ser vencedor e recupera a reputação de “maior campeão nacional”.

O título passa por um trabalho em conjunto. Cuca profetizou antes do início do Brasileiro qual seria o destino do clube na Série A. As palavras inspiraram o grupo, que desde o início da competição figurou nas primeiras colocações, um concorrente seguro.

A regularidade marcou este Palmeiras de Jaílson, Dudu, Gabriel Jesus e companhia. Mesmo quando não encantou e sofreu, o resultado veio. Torna-se inquestionável, portanto, qualquer deliberação em relação ao título. O Brasileiro de 2016 está nas mãos daqueles que mais correram, mais procuraram e mais mereceram.

A vitória deste domingo contra a Chapecoense consolidou o nono título na elite do futebol do país, o 13º a nível nacional – além dos nove Brasileiros, o Palmeiras carrega em sua história mais três Copas do Brasil e a Copa dos Campeões de 2000. Ninguém venceu tanto em ambiente doméstico quanto o “Alviverde imponente”.

http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2016/11/27/palmeiras-bate-a-chape-e-campeao-brasileiro-e-acaba-com-jejum-de-22-anos.htm