De Futebol

The quarterfinals of the Copa do Brasil are set. Globo Esportes;” Sorteio realizado nesta segunda-feira, na sede da CBF, decidiu os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil, que acontece entre 28 de junho e 27 de julho. Flamengo e Botafogo, os cariocas remanescentes na competição, enfrentam Santos e Atlético-MG, respectivamente.

Os outros dois confrontos sorteados nas quartas de final foram Palmeiras x Cruzeiro e Atlético-PR x Grêmio. A ordem dos mandos de campo foi sorteada mais tarde, ao meio-dia desta segunda-feira.

O Flamengo fará o primeiro jogo contra o Santos em casa, e decidirá o mata-mata longe do Rio. Já o Botafogo viaja a Belo Horizonte para o primeiro jogo contra o Atlético-MG e faz a segunda partida no Rio.

Entre os participantes da Copa do Brasil, somente Cruzeiro e Flamengo não terão simultaneamente a disputa das oitavas de final da Taça Libertadores. O time mineiro não se classificou para a competição neste ano, enquanto o rubro-negro carioca foi eliminado na fase de grupos. As oitavas da Libertadores acontecem entre 4 de julho e 10 de agosto.

Veja os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil:

*decidem em casa

– Atlético-MG x Botafogo*

– Atlético-PR* x Grêmio

– Flamengo x Santos*

– Palmeiras x Cruzeiro*

https://oglobo.globo.com/esportes/sorteio-da-copa-do-brasil-veja-quais-sao-os-jogos-das-quartas-de-final-21436637#ixzz4jLbZf1tO

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Brasil blew away Australia 4-0. Globo Esportes:” Vocês não sabem como é bom estar aqui.

Essa foi a frase de David Luiz na oração dos jogadores, antes de vencerem a Austrália por 4 a 0, e citada por Tite em sua entrevista coletiva depois da partida. De volta à Seleção após mais de um ano, convocado pela primeira vez pelo atual técnico, o zagueiro do Chelsea atuou como volante, como era previsto, e quase fez um gol. Foi dele a cabeçada no travessão que terminou em assistência de Rodrigo Caio para o gol de Thiago Silva, no segundo tempo.

Com o carisma habitual, David Luiz foi um dos mais assediados pelo público durante os 10 dias na cidade de Melbourne. Segundo ele, a frase mencionada por Tite foi dita justamente por ter ficado fora do grupo nos últimos tempos.

– Eu conheço os dois lados, e amo representar meu país, estar nesse ambiente. Eu abri meu coração na hora da oração, falei para aqueles que têm oportunidade de estar aqui. São oportunidades de vida, não sabemos o dia de amanhã, então temos que aproveitar da melhor maneira possível. Veio do meu coração e é verdade, é muito bom estar aqui – afirmou.

A tarefa de David Luiz para se manter nas próximas listas é árdua. Como na visão de Tite, para que ele execute uma função mais próxima da que tem atualmente no Chelsea, a posição mais adequada é a de volante, seus concorrentes são dois jogadores adorados pelo treinador: Casemiro e Fernandinho.

Tite compara disputa por vaga a poupança e faz elogios a Luan, do Grêmio

Experiente, David Luiz não quer pensar nisso agora. A próxima convocação será apenas em agosto, para os jogos contra Equador e Colômbia, pelas eliminatórias. Até lá, ele curte o retorno.

– É muito bom estar de volta, participar de um grupo que exala verdade. É gratificante. Depois de uma derrota em que jogamos bem, tivemos oportunidades para empatar e até ganhar, fizemos um jogo consistente contra a Austrália, um time muito qualificado, que pressionava bem, muito bem orientado taticamente, que não se abalou mesmo sofrendo um gol aos 12 segundos. Soubemos controlar e ganhar o jogo – valorizou David Luiz.

De férias após ser campeão inglês pelo Chelsea, o jogador aguarda a próxima lista da Seleção para tentar se manter no grupo até a Copa do Mundo. O Brasil volta a campo nos dias 31 de agosto e 5 de setembro, contra Equador, em Porto Alegre, e Colômbia, em Barranquilla, pelas eliminatórias.”

http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/tite-cita-frase-de-david-luiz-na-oracao-e-jogador-diz-veio-do-meu-coracao.ghtml

The Daily Mail wrote:” Diego Souza scored after 11 seconds and again in the last minute as Brazil beat Confederations Cup-bound Australia 4-0 in an international friendly on Tuesday.

The Brazilians swooped quickly in front of almost 49,000 fans at the Melbourne Cricket Ground when Australia defender Bailey Wright gave the ball away to Giuliano, who provided the space for Souza to fire a right-footed shot in off goalkeeper Mitch Langerak.

The score remained 1-0 until the hour mark but the Brazilians stepped up a level, adding three goals in the last 30 minutes.

Liverpool playmaker Philippe Coutinho delivered a pinpoint corner kick from the right in the 62nd minute and unmarked David Luiz’s powerful header crashed into the crossbar. The Brazilians had numbers at the back post and Thiago Silva nodded in a header to make it 2-0.

Willian added plenty of energy to the attack when he came on as a replacement and was heavily involved in a passing exchange before Paulinho’s back-heel set up substitute Taison for his first international goal.

Souza finished it off with a comfortable header from Willian’s corner deep in stoppage time.

The Brazilians had a 1-0 loss to Argentina in a friendly in Melbourne last Friday, coach Tite’s first defeat since taking charge of the national team.

Souza was one of eight changes in the starting line-up and was playing in place of Manchester City forward Gabriel Jesus, who fractured his eye socket late in the match against Argentina.

The Australians were coming off a 3-2 win over Saudi Arabia in a World Cup qualifier last week and were missing captain Mile Jedinak, who was ruled out of the friendly and the Confederations Cup because of a groin injury. The Socceroos leave for Russia on Wednesday.

http://www.dailymail.co.uk/sport/football/article-4599646/Australia-0-4-Brazil-Diego-Souza-scores-10-seconds.html#ixzz4ju0EwEVb

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Chelsea’s David Luiz is back on the Brasil national team. The Daily Mail:” David Luiz has had a brilliant season at Chelsea, and now he is set to round it off with his first Brazil cap in over a year.

The flamboyant central defender was recalled by Tite for his country’s friendlies against Argentina and Australia this week.

And the Chelsea star looked delighted to be back in the international set-up during training on Tuesday.

Brazil are currently in Melbourne, where they will face bitter rivals Argentina on Friday.

Tite left out some of his big-name stars who had busy seasons, including Dani Alves of Juventus and Barcelona star Neymar, but there is still plenty of talent on show.

Premier League stars including Luiz’s Chelsea team-mate Willian, Liverpool’s Philippe Coutinho and Manchester City pair Fernandinho and Gabriel Jesus are all part of the squad, which Tite claims is a side in construction, despite having won all of their last nine games.

Coutinho could be set to be handed the captaincy by the Brazil boss, as he looks to spread the responsibility around his squad.

The game against Argentina on Friday will be followed by a second friendly, this time against Australia, next Tuesday.

http://www.dailymail.co.uk/sport/football/article-4576726/David-Luiz-Brazil-training.html#ixzz4jJiFgBbn 

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Argentina defeated Brasil 1-0 in a friendly. Brasilerios did not have Neymar and bunch of the top guys in this waste of time friendly. Globo Esportes:” Chegou no décimo jogo a primeira derrota de Tite como técnico da seleção brasileira. Sem sete titulares, entre eles Neymar, o time perdeu para a Argentina por 1 a 0, em Melbourne, no primeiro dos dois amistosos que o Brasil fará na Austrália. Na terça-feira, a seleção enfrenta os donos da casa.

Se a derrota não parece motivo para abrir grandes preocupações quanto à evolução da seleção brasileira com Tite, já que o time teve diversas chances de gol, abre-se, isto sim, um novo horizonte para os argentinos. A estreia de Jorge Sampaoli já mostrou uma equipe com nova cara: compacta, buscando o controle da bola, pressionando em todos os setores do campo.

Era um jogo de marcação por pressão das duas equipes, reduzindo espaços e exigindo soluções rápidas. A primeira delas, logo aos cinco minutos, foi dos argentinos, que escaparam de uma marcação adiantada do Brasil e viram Di María finalizar na trave. A partir daí, o Brasil passou a criar. Gabriel Jesus, ótimo como pivô, participou da troca da passes que resultou em chute perigoso de Renato Augusto, aos 17. Quatro minutos depois, uma escapada de Willian terminou em incrível chance perdida por Philippe Coutinho. Num jogo disputado com bola no chão, a Argentina terminou por abrir o placar após um córner cobrado curto. A bola foi recuada para Di María cruzar e Mercado aproveitar o rebote de uma cabeçada na trave, marcando o único gol do jogo.

O segundo tempo viu a Argentina alterar seu esquema e passar de uma linha de três defensores para uma defesa com quatro homens. Mas foi o Brasil quem teve as melhores oportunidades. Aos 14, Filipe Luís deu belo passe para Gabriel Jesus penetrar e esbarrar em Romero. Dois minutos depois, veio o lance mais impressionante: Fernandinho lançou Jesus, que driblou o goleiro argentino mas chutou na trave. No rebote, Willian também acertou a trave.

A partir daí, Tite passou a fazer mais observações. Colocou Douglas Costa no lugar de Renato Augusto e passou Coutinho para o centro do campo. O Brasil perdeu um pouco de presença física no setor e até passou a criar menos. Embora controlasse a bola, algo que não vinha sendo fácil diante desta Argentina de Sampaoli. Numa jogada de linha de fundo de Willian, a defesa argentina evitou o último lance de perigo da seleção.

https://oglobo.globo.com/esportes/brasil-cria-chances-mas-sofre-contra-argentina-primeira-derrota-da-era-tite-21455798#ixzz4jVrCmS32

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I found this little diddy in the Daily Mail. Take a look. Read and enjoy.

Messi or Maradona… the debate is destined to continue through the ages. Two football icons from the same nation but representing different generations and possessing polar opposite personalities.

Maradona won the World Cup, Messi four Champions Leagues. Maradona was idolised wherever he went in Argentina, Spain and Italy; Messi has played his entire career with Barcelona. Maradona was busted for drugs, Messi is squeaky-clean.

By rating the Argentine legends in different categories, Sportsmail hopes to shed some light on who was the greatest. But the debate will never go away.

NATURAL ABILITY

Diego Maradona was regarded as the most gifted player of all-time when 19-year-old Lionel Messi dribbled from the halfway line to score for Barcelona against Getafe in what appeared a copycat of Diego’s immortal second goal against England at the 1986 World Cup.

Both Maradona and Messi had a magician’s left foot that would allow the ball to remain under control at all times. Gary Lineker said the most amazing thing about Maradona’s solo goal in Mexico City was the state of the Azteca Stadium pitch.

‘Nobody else could control the ball because the turf had been relaid and it moved under your feet, yet Maradona dribbled from the halfway line. Lord knows what he could do on the modern bowling greens.’

Nobody juggled like Maradona either, whether with his feet, knees, head or thighs. Check him out on YouTube.

Messi does have better surfaces to compete on but when faced with packed and organised defences, he can somehow trick two or three players in a couple of yards. The sensitivity of his feet is incredible.

Maradona: 9/10, Messi 9/10

GOALSCORING

Diego Maradona scored more than 300 goals in his career, a fantastic record for someone who played most of his career in midfield and was often the playmaker for his clubs. Yet Messi has taken goalscoring to another level, he and Cristiano Ronaldo have outscored even the great players from the 1930s and 40s.

Messi is Barcelona’s all-time record goalscorer with 337, the leading scorer in European Cup/Champions League history and Argentina’s leading scorer with 57. And he doesn’t celebrate his 30th birthday until June.

Messi scores all types of goals; dribbles, shots outside the box, free-kicks, he’s even scored a Champions League Final header against Manchester United. Maradona scored equally spectactular goals but didn’t play as far up the field where the marking is often tighter.

Maradona 7/10, Messi 9/10

STRENGTH

Maradona was short, squat and had thighs like tree trunks. In an era where defenders could kick lumps out creative players and get away with it, particularly in Serie A, he never shirked in the presence of hatchet-men during his career, even after Andoni Goikoetxea broke his leg in 1984 and kept him out for the year.

Messi is much better protected by referees and has been known to struggle when crowded out hard and organised defenders – Chelsea stopped him more than once in Champions League games – but he has a different kind of strength.

He plays week-in, week-out, every game for Barcelona, every game for Argentina. This ability to stay focussed let alone be consistently brilliant when all eyes are on him takes a rare kind of courage.

Maradona: 9/10, Messi 7/10

TROPHIES

At club level, Messi has been fortunate to play his whole career in a great Barcelona team, and collected an unprecedented trophy haul; eight Spanish league titles, four Copa del Reys, three World Club Cups and four Champions League winners’ medals (although he never made it on the pitch in 2006) in an era when it has come to rival the World Cup as the most important tournament in the world.

‘He is the greatest of all-time. I had the privilege to train him,’ is Pep Guardiola’s view even after he’d come unstuck against the Argentine as manager of Bayern Munich.

Maradona’s club career was less glitzy, but he won two Serie A titles and two Uefa Cups with a Napoli team that was far inferior to the teams that Messi played in. His two tilts at the European Cup could be considered unfortunate, drawn against Real Madrid in the first round in 1988 and then beaten on penalties after two goalless draws with Spartak Moscow three years later, when Maradona was on the wane.

 

The World Cup is of course where Maradona scores big. He almost single-handedly led Argentina to the trophy in 1986, abetted by his Hand of God. Messi was handed the armband in the Brazil three years ago to try and replicate the feat but came up just short, beaten by Germany in the final.

Maradona: 9/10, Messi 9/10

LONGEVITY

‘I think he’s gone past Pele,’ said TV pundit David Pleat after watching 25-year-old Maradona dominate an entire World Cup like no player before or since. But after five years in which he burned brighter than any sportsman on the planet, he was effectively washed up and finished by 30, his off-field fondness for drink, drugs, women and gangsters eventually taking its toll.

Maradona’s career petered out after Napoli, with Sevilla and then back home in Argentina with his beloved Boca Juniors. He lost 16 kilos to get himself fit for the 1994 World Cup but after a fantastic goal against Greece, he was sent home in disgrace for failing a drugs test.

Maradona always viewed that as a conspiracy but admitted a serious drug problem had overshadowed his life. ‘I will always be an addict,’ he confessed many years later after coming close to death.

Messi’s consistency is absurd. He has scored 41 goals in 40 games this season, a typical return for him more than a decade after breaking through as a kid at the Nou Camp to leave the Brazilian great Ronaldinho to acknowledge: ‘Am I the best in the world? I’m not even the best at Barcelona.’

Maradona 7/10, Messi 9/10

LEGACY

For all the controversies and rebellion, Diego Maradona is revered in Argentina as an all-time national hero, arguably the most popular and famous figure from his country alongside Eva Peron (Evita).

The story of the tiny kid from the Buenos Aires slums conquering the world with his fierce sense of patriotism and fight against injustice will never be forgotten despite all his personal flaws.

When he worked as a TV pundit at the 2006 World Cup in Germany, security guards had to be posted at the end of his row in the media seats such was the interest from the rest of the world’s press corps to gawp at him, something that never happened even for Pele, Cruyff or Zidane.

‘I really loved Maradona as a player and tried to emulate him playing keepie-uppie,’ says one of his big fans, British tennis star Andy Murray. And there are millions like him.

We don’t know what Messi’s legacy will be yet because he hasn’t finished, and recent tax allegations have tarnished his image a little.

But he’s also the first modern football global superstar to reach his rarefied level of fame simply by being exceptional at this sport. If you think of George Best, Paul Gascoigne, David Beckham or Cristiano Ronaldo, for example, their global brand was intertwined with either bad behaviour or glam appeal.

Not so Messi; he has achieved his glory only by being glorious, and every parent whose son or daughter is into football will be gladdened by that.

Maradona 9/10, Messi 8/10

http://www.dailymail.co.uk/sport/football/article-4338642/Lionel-Messi-vs-Diego-Maradona-Greatest.html#ixzz4cx14cv6y

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Flamengo and Atletico-MG tied nil-nil the Copa do Brasil.

Globo Esportes: “Três dias depois do título Carica, o Flamengo voltou ao Maracanã, mas, dessa vez, a torcida não teve muito motivos para comemorar no empate sem gols com o Atlético-GO. A partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil será no dia 24, no Serra Dourada, quando uma vitória simples classifica o rubro-negro carioca. Quem saiu mais feliz nesta quarta-feira do estádio foi Éderson, que voltou a campo após um longo tempo no departamento médico. Ele não jogava desde 3 de julho do ano passado.

— Fiquei muito feliz de estar de volta aos campos e jogar com meus companheiros. Joguei um pouco mais de 20 minutos. É óbvio que preciso de ritmo e entrosamento, o que vem naturalmente — afirmou Éderson. — Fiquei muito feliz e emocionado. Lutei bastante e tive muita paciência. Gracas a Deus, tive o apoio da torcida.

Antes do jogo, Zé Ricardo justificou o time quase completamente reserva pela condição física dos titulares. Entre os que começaram a final contra o Fluminense, apenas Alex Muralha, Rafael Vaz e Renê estavam em campo. Heroi das vitórias sobre o Universidad Católica, pela Libertadores, e o Fluminense, no Carioca, Rodinei começou atuando como lateral-direito.

O time não teve dificuldade para controlar o meio-campo. Nos primeiros 15 minutos, os jogadores rubro-negros estiveram com a bola nos pés pos 74% do tempo. Apesar disso, a equipe tinha dificuldade para chegar com perigo. Enquanto isso, o time goiano que atuava na defesa teve as primeiras grandes chances. Aos 20, Igor chutou de fora e exigiu a defesa de Muralha. Após o escanteio, a equipe teve nova oportunidade, quando Ricardo Silva, livre e com opções, chutou mal de fora da área.

Os lances parece ter despertado o rubro-negro, que, no entanto, não conseguiu abrir o placar no primeiro tempo. Aos 22, Matheus Sávio chutou para fora após ajeitada de Leandro Damião. Três minutos depois, Gabriel chutou por cima do gol. Aos 29, Damião se antecipou em saída do goleiro Klever e cabeceou com perigo. A bola vagarosamente saiu à esquerda da trave. A um minuto do fim, o goleiro mostrou reflexo ao defender cabeceio de Paquetá.

Na volta do intevalo, o Flamengo foi a campo com Pará no lugar de Gabriel, o que fez Rodinei atuar como um ponta direita — o que fizera contra Universidad Católica e Fluminense. Aos 8, ele acertou a trave após cruzamento de Matheus Sávio.

Apesar da boa chance, o rubro-negro parou de assustar tanto que, aos 23, quando Éderson correu para entrar em campo no lugar de Matheus Sávio, a torcida foi à loucura. Ele não entrava em campo desde 3 de julho do ano passado. Aos 30, nova vibração na torcida quando Vizeu entrou no lugar de Damião.

Sem conseguir criar, o time começou a ouvir vaias. Aos 40, veio o susto quando Walterson, na área, isolou a bola.

https://oglobo.globo.com/esportes/misto-do-flamengo-so-empata-com-atletico-go-na-copa-do-brasil-21322941#ixzz4gloX2dob

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Flamngo wins the second leg 2-1 to win the Carioca title over Fluminense.

Globo Esporte;” A discussão sobre o futuro dos Estaduais, sobre a necessidade de reduzi-los, não deixou de ser urgente. Mas após jornadas como a que o Maracanã viveu ontem, pode esperar um dia mais — e não mais do que isso, se quisermos mesmo cuidar do futebol brasileiro. Ocorre que só um insensível incurável atravessou a tarde deste domingo sem sentir algo, fosse apreensão, angústia, tristeza ou euforia. Ou um pouco de tudo, enquanto se construía a vitória do Flamengo sobre o Fluminense, de virada, por 2 a 1, dando ao clube o seu 34º título estadual, o sexto invicto.

Jogos assim, a todo risco, produzem memórias e heróis. Moldam a relação entre jogador e clube. Já era impraticável negar a influência de Guerrero neste Flamengo. Diante do que via no campo, a arquibancada já lhe dava devido valor. Mas quando à produção esportiva, à influência e à fama se juntam conquistas, gol de título, a coisa muda de patamar.

Guerrero tem sido um homem assoberbado de trabalho neste Flamengo, em especial no pós-lesão de Diego. Segura defensores, ajuda a abrir espaços fora da área, passa e é dos raros que finaliza num time que sofre para ser incisivo, mesmo quando domina. Ontem, a seis minutos do fim, quando os pênaltis pareciam o destino do Fla-Flu, tirou da cartola o gol de empate que, no fim das contas, foi o do título. O lance teve uma irregularidade: Réver fez falta em Henrique antes de cabecear para Diego Cavalieri dar rebote.

Sai da final um Fluminense que, durante o Estadual, entregou mais do que se esperava no início da temporada. Mas que, nas finais, jogou menos do que nas muitas partidas em que praticou um jogo atraente. Dirá o futuro se a juventude pesou, se o elenco precisa se enriquecer. O recurso a Maranhão no segundo tempo pode ser um sintoma. Para crescer na temporada, terá que ampliar repertório. Aliás, até os campeões estaduais do país terão. O fato é que, nos 180 minutos da decisão, o Flamengo teve mais tempo de predomínio.

Coisas de final, por boa parte do primeiro tempo o Fla-Flu foi mais emoção e menos razão, mais eletricidade e menos cadência, muita negação de espaços, bolas ganhas e perdidas. Não era grande jogo, mas era o Flamengo o time mais presente no campo rival, como no primeiro jogo. Curiosamente, desta vez, era o Fluminense quem vencia, com gol de Henrique Dourado, aos três minutos. Como se a decisão recomeçasse, sem vantagem para lado algum.

EXPULSÃO E VIRADA

Com Trauco e Willian Arão como meias à frente de Márcio Araújo, o Flamengo bloqueava as tentativas tricolores de sair do seu campo. Pela esquerda, por onde combinavam Éverton, Trauco e Renê, confundia a marcação. Mas as chances eram raras num jogo de poucas trocas de passes extensas.

Decisões também podem mudar personagens de patamar. Na necessidade, Zé Ricardo, o técnico jovem em quem o Flamengo relutou em acreditar no ano passado, que neste ano foi questionado, passou a fazer intervenções no jogo. E foi criando alternativas para o Flamengo. Na segunda metade do primeiro tempo, invertou lados de Éverton e Berrío. Pela direita, Éverton teve a melhor chance do Flamengo. Mas ofereceu um corredor de contra-ataque ao tricolor. Henrique Dourado quase ampliou.

O início do segundo tempo foi o período mais desafiador. O Fluminense era melhor, Léo e Dourado haviam construído chances. Zé Ricardo, primeiro, trocou Berrío por Gabriel, mas o jogo mudou mesmo com Rodinei pela direita e Gabriel mais perto de Guerrero.

https://oglobo.globo.com/esportes/titulo-do-carioca-molda-relacao-de-guerrero-ze-ricardo-com-flamengo-21307541#ixzz4gU9acjRz

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Flamengo jumped to the head of the class in Group D with a 3-1 win over Universidad Católica.

Globo Esportes: “A noite poderia ter sido um pouco melhor para o Flamengo, mas não dá para reclamar. O resultado em Curitiba, uma vitória do San Lorenzo por 3 a 0 sobre o Atlético-PR, impediu uma classificação nesta quarta-feira. Ainda assim, no Maracanã, o rubro-negro superou um jogo com muita tensão para vencer a Universidad Católica por 3 a 1, com gol decisivo de Guerrero. Com os resultados, todos os times chegarão vivos à última rodada, no dia 17. Líder com 9 pontos, o Flamengo vai enfrentar o San Lorenzo (7), em Buenos Aires, e pode até perder desde que o Atlético-PR (7) não vença o Universidad Católica (5), no Chile.

Quando entrou em em campo com uma bonita recepção de sua torcida, o Atlético-PR já perdia por 1 a 0, na Arena da Baixada. No gramado do Maracanã, que estava longe das melhores condições, o rubro-negro corria riscos para sair com a vitória. Contando com Guerrero em boa fase, o time conseguiu superar o primeiro tempo pouco inspirado de Gabriel, Mancuello e Everton e levou bastante perigo, mas o gol não

A primeira chance de Guerrero foi aos 12, numa falta bem batida em que a bola passou e menos de meio metro da trave esquerda do goleiro Toselli, que apenas olhou. Cinco minutos depois, a bola sobrou para o camisa 9 fora da área, que chutou forte. A bola desviou em um adversário e passou mais uma vez à esquerda. Aos 21, o peruano desperdiçou a melhor chance do Flamengo ao receber sozinho de Willian Arão na entrada da área e chutar em cima do goleiro.

O jogo não era um treino de ataque contra defesa. Muito pelo contrário. Na medida que levava perigo, o rubro-negro cedia espaço. Aos 19, num lance em que Rafael Vaz e Trauco falharam, Maripán deu um toque para Fuenzalida avançar livre na área. O jogador perdeu uma chance claríssima diante de Muralha já caído ao chutar à esquerda do gol.

Entre sustos na defesa e no ataque, a torcida do Flamengo tentava empurrar a equipe, que sentia falta da criatividade. Enquanto isso, a defesa batia cabeça, como em erro banal de saída de bola de Réver. Aos 33, Muralha espalmou um chute de Noir e, na sequência, Buonanotte cruzou e Santiago Silva fez falta em Réver na perigosa disputa pelo alto.

Na volta para o segundo tempo, Zé Ricardo fez sua primeira troca. Mancuello saiu para a entrada de Rodinei, que entrou no meio. A substituição demoraria pouco para mostrar resultado. Aos 5, após cobrança de Guerrero na barreira, a bola sobrou para Rodinei, sozinho, chutar de pé esquerdo e estufar a rede para imensa alergia e alívio da torcida. Aos 18, num volteio, Guerrero quase ampliou. A bola quicou e passou por cima do travessão. O estádio vivia uma grande festa.

Quando tudo parecia mais tranquilo em campo, uma jogada de pé em pé da Universidad Católica mudou o cenário no Maracanã. Pela direita, Fuenzalida cruzou na área, Rafael Vaz tentou cortar e Santiago Silva se antecipou a Réver para cabecear empatar aos 18 minutos. Fez-se então o silêncio.

Quando o cenário já era de extrema preocupação, o melhor jogador rubro-negro em campo fez a diferença. Aos 28, Guerrero recebeu de Pará e, numa finalização difícil, encontrou um espaço entre as penas de Parot para chutar. Toselli não alcançou a bola que balançou a rede para novo — e definitivo — alívio da torcida e do artilheiro.

No fim do jogo, o rubro-negro ainda ampliou aos 41. Num lance de persistência, Trauco chutou, a bola bateu na trave e, na volta, ganhou dividia para ter nova oportunidade de chutar e, dessa vez, ampliar para finalizar uma missão que não permitia vacilos: vencer em casa.

https://oglobo.globo.com/esportes/flamengo-derrota-universidad-catolica-fica-um-empate-da-vaga-21292520#ixzz4g8HPyXQ6

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Flamengo defeated Fluminense 1-0 to win the Carioca.

Globo Esportes: “Não havia mais de 100 mil pessoas no Maracanã, nem ídolos tão marcantes como Renato Gaúcho e Romário, mas Fluminense e Flamengo fizeram um jogo digno do clássico após 22 anos do último Fla-Flu que decidiu um Carioca. Neste domingo, o rubro-negro foi superior e conquistou a vitória por 1 a 0, com gol de Éverton, e jogará pelo empate no próximo domingo. O tricolor precisará vencer por dois gols de diferença. Caso apenas dê o troco no rival, o campeão será decidido nos pênaltis.

A vantagem do Flamengo, no entanto, pode ser minimizada pelo desafio que vai encarar no meio da semana. Depois de amanhã, o time enfrenta a Universidad Católica, também no Maracanã, pela Libertadores, e precisa da vitória para confirmar a classificação às oitavas, dependendo de uma combinação de resultados. Talvez por isso o resultado de ontem tenha sido um pouco nublado pela partida de quarta-feira no discurso dos jogadores.

— O primeiro passo está dado, mas temos mais decisões. Falta o jogo de quarta-feira que temos de ganhar. E, se deus quiser, conquistaremos o título domingo — disse o atacante Guerrero, que deixou o campo com dores na panturrilha direita e já começou a fazer tratamento.

O Fluminense, por outro lado, terá a semana para corrigir os erros, sobretudo os do primeiro tempo.

— O Flamengo foi melhor, teve a felicidade de sair na frente e manter até o final, mas não acabou — declarou Richarlison.

A superioridade do Flamengo foi notório desde os primeiros minutos do jogo. Antes mesmo de os espectadores entenderem qual seria a dinâmica do clássico, o rubro-negro já havia obrigado o goleiro Diego Cavalieri a espalmar chute de Everton e dividir a bola com Berrío, no rebote, aos três minutos.

Logo depois, a tática rubro-negra ficou clara. Com a escolha de Berrío, no lugar de Gabriel, o técnico Zé Ricardo encurralou o time do Fluminense, que não conseguia usar a velocidade de seus pontas, a principal característica do time de Abel Braga. Acuado, a equipe tricolor passou a cometer erros defensivos em sequencia.

O Flamengo ainda perdeu uma peça importante no esquema na metade do primeiro tempo. O volante Rômulo deixou o campo com torção no joelho direito. Mancuello entrou em seu lugar. Uma escolha que, num primeiro momento, poderia ser vista como surpreendente, porém o argentino já atuou nesse setor do campo assim que chegou ao clube.

De cara, o meia pegou uma sobra, chutou colocado e Cavaleri precisou se esticar para evitar o gol. Com a ocupação dos espaços, e uma certa displicência do Fluminense, em alguns lances, na marcação, o Flamengo só foi pego de surpresa quando exagerou na confiança e subiu ao ataque com mais da metade de seus jogadores.

O gol era uma questão de tempo. Guerrero ganhava todas as bolas na disputa com a zaga. Everton abira bem o jogo e Berrío usava a força e velocidade para puxar o ataque, porém pecava nos passes e nas finalizações. Mas o rubro-negro não precisou ser perfeito para abrir o placar. Contou com um erro bisonho de Renato Chaves, que tentou tirar lançamento de Pará na área e furou. Everton teve tempo de ajeitar a bola com o corpo e chutar no canto direito de Cavaleri.

No segundo tempo, a chamada de Abel Braga surtiu algum efeito. Ao menos na postura menos apática do time. Porém, o Fluminense limitava-se a bolas altas nas áreas, sem sucesso. Praticamente a única chance do tricolor foi impedida por um desvio de Vaz após chute de Richarlison e a bola parou no travessão.

O Flamengo esperou o contra-ataque e podia ter ampliado a vantagem. Mas os atacantes pecaram na finalização, ou por cansaço, como Guerrero, ou por inabilidade, como Matheus Sávio, que desperdiçou ótima chance ao dar um drible a mais. Resultado que não dá para cravar o campeão.

http://oglobo.globo.com/esportes/flamengo-derrota-fluminense-na-primeira-partida-da-final-do-carioca-21279335#ixzz4fmKDWAKJ

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Flamengo lost 2-1 to Universidad Catolica in the Copa Libertadores Group play.

Globo Esportes; “Foi como uma história repetida, já vista em Santiago, diante da Universidad Católica. O Flamengo não fez um jogo inferior ao do adversário, teve chances suficientes para construir um placar melhor, mas perdeu seu segundo jogo fora de casa na Libertadores. Os 2 a 1 aplicados pelo Atlético-PR, nesta quarta-feira, em Curitiba, criam dois cenários possíveis.

O melhor deles, a chance de obter a vaga nas oitavas da Libertadores de forma antecipada, em caso de vitória sobre a mesma Católica, no Maracanã, na próxima quarta-feira, desde que o San Lorenzo não vença o Atlético-PR em Curitiba. No entanto, em caso de vitória argentina, o duelo com o San Lorenzo, na última rodada, vai virar um confronto direto para o Flamengo. E em Buenos Aires, no dia 17 de maio.

Um pouco pela importância que tem, um pouco pela forma como o elenco foi construído, substituir Diego já é tarefa difícil no Flamengo. Quando a ela se junta a ausência de Éverton, planejar um time seguro e agressivo ao mesmo tempo vira uma equação difícil de resolver. Ontem, no primeiro tempo em Curitiba, o problema cobrou seu preço. Assim como circunstâncias que castigaram o Flamengo.

Zé Ricardo apostou na formação com Trauco pela esquerda, Gabriel pela direita e Willian Arão ao lado de Rômulo como meias. Isso permitiu ao time se aproximar e trocar passes, cadenciando um jogo que o Atlético-PR preferia ver em alta rotação. Por outro lado, tirou velocidade da equipe. Já sem Berrío, Zé Ricardo se vê limitado em opções rápidas pelos lados. Não seria em contra-ataques velozes que o Flamengo seria perigoso. Seria trocando passes, o que conseguiu após dez minutos de pressão paranaense, com direito a chute na trave de Nikão.

A questão é que, vencido o pior momento, o Flamengo sofreu o gol quando o risco não parecia iminente. E num lance que misturou falha de Alex Muralha, que demorou a reagir após a cabeçada de Thiago Heleno, com uma falta de Eduardo da Silva no goleiro rubro-negro.

Resta entender por quê, durante os minutos em que esteve mais presente no jogo, mais equilibrado e, por vezes, com mais controle das ações, o Flamengo não chegou ao gol. Porque além da falta de velocidade, a formação que iniciou o jogo tira do time o que se convencionou chamar de profundidade, ou seja, opções de passe à frente da linha da bola. Trauco tem características de armação, mas de pouca projeção na área. Rômulo também se infiltra menos do que Arão. E Gabriel era impreciso.

Restava a extrema inteligência de Guerrero, que fugia dos zagueiros rivais e ocupava um vazio entre defesa e volantes paranaenses. Criou ótima chance que terminou em chute rente à trave. No mais, o Flamengo tinha manejo da bola, mas poucos chutes perigosos. Ao sofrer o gol, desarticulou-se.

Zé Ricardo repetiu um recurso usado contra o Botafogo, no último domingo: aproximou Gabriel de Guerrero, ocupando o ataque e reduzindo o isolamento do peruano. A aposta seguia sendo na troca de passes, mas as chances rareavam. O cenário mudou quando o treinador lançou mão de seu outro plano: Damião ao lado de Guerrero na área e Matheus Sávio pelo lado.

O recurso aos cruzamentos aumentou, mas com eles vieram as chances. Damião cabeceou no travessão, teve outra ótima oportunidade pelo alto, e Gabriel perdeu ótima chance. Até que o tempo virou inimigo. Zé Ricardo deu uma cartada final, abrindo o time ao lançar Mancuello e tirar Márcio Araújo. Num contragolpe, Felipe Gedoz fez o segundo gol. A um minuto do fim, Arão diminuiu após um córner, mas já era tarde.

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